terça-feira, 23 de agosto de 2011

Bombeiros de Balneário Camboriú notificam prédios que não estão com Programa Segurança Contra Incêndio
14/08/09

A proteção contra incêndio começa na projeção do prédio em que devem estar incluídos os aparelhos de combate ao sinistro. Em Balneário Camboriú muitos edifícios datam de antes da criação da Norma de Segurança Contra Incêndio, de 1994, e não estão com a situação regularizada. O 7º batalhão começou nesse ano a fiscalizar e notificar os responsáveis pelas edificações, no caso dos condomínios os síndicos, para que sigam o regulamento.

A vistoria do Programa Segurança Contra Incêndio começou pela Avenida Atlântica, aonde 90 residenciais multifamiliares foram comunicados que precisavam ajustar os sistemas de segurança. Em seguida passou para a Avenida Brasil, uma das vias com maior número de prédios antigos, em que receberam prazo inicial de 120 dias para se regularizar.

Projeto deve ser feito por especialista

“Fazemos um levantamento com base no banco de dados da prefeitura e confrontamos com o nosso para verificar se estão cadastrados. Os que não constam, solicitamos que contrate um engenheiro ou arquiteto para fazer o projeto e protocole conosco”, descreve o chefe da SAT capitão Deivid Vidal. Depois que tudo estiver de acordo, é entregue o habite-se.
O condômino do Edifício Solar Moema 1, Mauro Cardoso, marido da síndica Natália Cardoso, questiona a obrigatoriedade de contratar um profissional para fazer o projeto. “Em um prédio com mais de 26 anos é complicado instalar exigências como a colocação de gás central”, reclama. Já a síndica do condomínio Albatroz, Vera Lúcia Claro, recebeu a notificação e já esteve no SAT para regularizar a situação do seu edifício construído na década de 60.

Uma cartilha com os procedimentos da norma é entregue aos responsáveis. Mais informações pelo telefone do quartel (47) 3367-0193.

Link oficial: http://condominiosc.com.br/2009/08/14/bombeiros-notificam-predios-que-nao-estao-com-programa-seguranca-contra-incendio/

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Campeonato de arrancada da Palhoça - SC



MZ Extintores estava presente no evento de arrancada de Palhoça-SC dias 5 e 6 de dezembro de 2009.
A MZ Extintores patrocinou e disponibilizou todos os extintores necessários para o campeonato de arrancada de Palhoça, bem como a permanecia prontidão de dois técnicos da empresa para eventuais ocorrências.
O evento foi um sucesso e a nossa empresa ficou satisfeita com a possibilidade de participar do primeiro campeonato de Palhocense de arrancadas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Extintor ABC será obrigatório a partir de 1º de janeiro de 2010

Foi publicado no Diário Oficial da União a revogação da deliberação nº 69, de 4 de julho de 2008, que suspende os efeitos da RESOLUÇÃO Nº 157, DE 22 DE ABRIL DE 2004.
Ou seja apartir de 1º de janeiro de 2010 será obrigatório o uso do extintor com carga de pó ABC.

Para visualizar o documeto oficial acesse: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=96&data=21/09/2009

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Como funciona o Extintor de CO2

http://www.youtube.com/watch?v=qOaCc4Jiz4M

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Novo extintor divide opiniões


Novo extintor divide opiniões3/8/2005
Extraide de: http://www.portaldoconsumidor.gov.br/noticia.asp?busca=sim&id=4181

Por determinação do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), desde o dia 1º de janeiro os carros não saem das fábricas sem o novo extintor de incêndio (modelo ABC). A medida, que prevê maior segurança, está desagradando a alguns donos de veículos que, mesmo contrários a ela, começam a procurar o novo modelo para substituir o anterior. Um dos motivos para protestos é o preço: em média R$ 90, enquanto o antigo está na faixa de R$ 35. Outra queixa é a dificuldade para comprar o equipamento, pois não é possível encontrá-lo em qualquer loja.
Segundo a gerente de certificação do Instituto de Pesos e Medidas (IPEM) do Rio de Janeiro, Lúcia Andrade, o maior diferencial entre os modelos é a segurança.
"O novo extintor controla todas as classes de incêndio, o que garante mais segurança. O A é uma classe que apaga o fogo em materiais sólidos: pneus, plásticos e revestimentos. O B apaga gasolina, óleos, álcool e diesel. O C, baterias de carros, dispositivos e fiações elétricas. O modelo BC só apaga fiações elétricas, gasolina, álcool, óleo e diesel."
O equipamento exigido pelo CONTRAN tem garantia de cinco anos, mas, se durante este período ele for usado, deverá ser substituído por outro. Já o modelo antigo pode ser recarregado pelo custo médio de R$ 15. Porém, não é necessário ter pressa. Quem precisar substituir o antigo extintor poderá aguardar as novidades sobre o "ABC", pois o prazo para a troca termina somente em 2009.
Modelo fora do padrão pode ser apreendido
Lúcia explica que o IPEM está empenhado na verificação da qualidade dos extintores. Em todo o país são realizadas fiscalizações rotineiras para garantir a qualidade do que é vendido ao consumidor. Ela comenta que os técnicos vão aos postos de vendas e que normalmente são encontrados muitos problemas nos extintores de pó químico.
"Procuramos observar se não há falhas relacionadas à reutilização do produto e se o indicador de pressão e os adesivos estão dentro das conformidades do Inmetro. Verificamos ainda se o selo é falso ou não. Outros cuidados são em relação ao lacre, ao quadro de instruções e se o produto passou por todas as vistorias", completa.
Lúcia diz que, em caso de irregularidades, há a apreensão do produto e a notificação do fabricante. Nesses casos, tanto o lojista quanto o fabricante recebem um auto de infração.
As reclamações e denúncias podem ser feitas, sem necessidade de o autor se identificar, através do telefone da Ouvidoria do IPEM: 0800 2823040
Fonte: Folha Universal

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